FELIZ 2016

domingo, 31 de agosto de 2014

Dos 165 candidatos que disputam uma cadeira de governo estadual, 63 respondem a processos na Justiça ou Tribunais de Contas:

Passado presente

Nas eleições deste ano, 165 candidatos disputarão as cadeiras dos governos estaduais. Destes, 38% - ou 63 políticos - respondem ao total de 327 processos naJustiça ou em Tribunais de Contas.

Mais impressionante ainda é o fato de que 46 dos aspirantes a governador já são condenados por seus crimes, que se encaixam, em sua maioria, à má administração de dinheiro público em cargos anteriores ou irregularidades de campanha.
Entre eles está José Roberto Arruda (PR) que, na última terça, teve seu registro de candidatura barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Os números fazem parte de levantamento da organização Transparência Brasil, por meio do projeto Quem Quer Virar Excelência.
José Geraldo Riva (PSD), que disputa o governo do Mato Grosso, é o mais fichado: quase 36% de todos os processos estão em seu nome. Dono de uma rede de frigoríficos, Riva já foi prefeito e deputado estadual por quatro legislaturas.
Além de Arruda, outros três candidatos já ocuparam o cargo de governador no passado e foram cassados: Cassio Cunha Lima (PSDB), Mão Santa (PSC) e Marcelo Miranda (PMDB).
No entanto, o fato de um candidato ter processos na Justiça ou nos Tribunais de Conta não significa, necessariamente, que ele seja culpado, pois algumas investigações ainda estão em curso.
Em outros casos, mesmo que o político já tenha sido declarado culpado, a maioria ainda pode reverter a condenação em alguma instância.

Os 46 candidatos a governador condenados pela Justiça

José Arruda - PR Distrito Federal (candidatura barrada)

Ex-governador do DF, José Roberto Arruda
Único candidato a ter a candidatura barrada pelo TSE com base na lei da ficha limpa, em decisão tomada nesta terça-feira.
Teve o mandato de governador do Distrito Federal cassado em 2010 por infidelidade partidária. Chegou a ficar encarcerado por dois meses, tornando-se o primeiro governador brasileiro a ser preso no exercício do mandato.
1. Condenado por improbidade administrativa no caso conhecido como "Mensalão do DEM".
2. Também condenado por improbidade administrativa por contratar empresa para a reinauguraçãodo estádio Bezerrão, com contrato de 9 milhões de reais feito por meio de dispensa ilegal de licitação. 

José Riva - PSD Mato Grosso

José Riva - PSD Mato Grosso
Foi condenado em ações de improbidade administrativa por desvio de dinheiro da Assembleia Legislativa. A Justiça condenou-o ao pagamento dos danos causados aos cofres públicos, no valor de 3,7 milhões de reais, e também determinou o pagamento de multa.

Cássio Cunha Lima - PSDB Paraíba

Cássio Cunha Lima - PSDB Paraíba
1. Teve o mandato de governador cassado em ação de investigação judicial por abusos de poder econômico e político, captação ilícita de voto e conduta vedada a agente público.
2. Foi condenado a pagamento de multa em ação de investigação judicial por abuso de poder político e conduta vedada a agente público.
3. Teve rejeitada prestação de contas referente às eleições de 2006. 

Mão Santa - PSC Piauí

Mão Santa - PSC Piauí
1. Foi condenado por abuso de poder econômico e político que ocorreram durante as eleições para governador em 1998. Teve o mandato cassado em 2001 e foi declarada a inelegibilidade para as eleições nos próximos três anos. Recorreu, mas a decisão foi mantida.
2. O PSC teve rejeitada a prestação de contas do exercício financeiro de 2011 da direção regional do partido, do qual Mão Santa era presidente.

Marcelo Miranda - PMDB Tocantins

Marcelo Miranda - PMDB Tocantins
Teve o mandato cassado em 2009 por abuso de poder político e por captação ilícita de votos.
 No entanto, o fato de um candidato ter processos na Justiça ou nos Tribunais de Conta não significa, necessariamente, que ele seja culpado, pois algumas investigações ainda estão em curso.

Anthony Garotinho - PR Rio de Janeiro

Anthony Garotinho - PR Rio de Janeiro
Trata-se do processo da Máfia dos Caça-níqueis. Condenado a dois anos e meio de prisão por formação de quadrilha, a pena foi
convertida em prestação de serviços e suspensão de direitos políticos. O parlamentar recorre da condenação.

Luiz Fernando Pezão - PMDB Rio de Janeiro

Luiz Fernando Pezão - PMDB Rio de Janeiro
1. Condenado por improbidade administrativa por fraudes em licitações para compra de UTIs móveis para o município de Piraí, do qual era prefeito. Pezão recorre.
2. Multado em 2.540 reais (valor atualizado) por irregularidades na licitaçãode obras de contenção de encostas enquanto prefeito de Piraí, em 2001.
3. Irregularidades na aplicação de verbas federais para compra de ambulâncias quando era prefeito de Piraí, no processo relativo ao escândalo conhecido como Máfia dos Sanguessugas.

Waldez Góes - PDT Amapá

Waldez Góes - PDT Amapá
Foi condenado por improbidade administrativa, dano ao erário e por atentar contra os princípios da administração pública. O caso ocorreu em seu segundo mandato como governador do Amapá, quando houve o fim do repasse aos bancos dos valores retidosdos servidores referentes a empréstimos consignados.

Tarso Genro - PT Rio Grande do Sul

Governador Tarso Genro, do Rio Grande do Sul, no programa Mateando com o Governador
1. Condenado por improbidade administrativa .A sentença determina a suspensão dos direitos políticos de Genro por cinco anos, pagamento de multa e proibição de firmar contratos com o poder público por três anos. Há apelação em andamento.
2. O Tribunal de Contas determinou que Genro devolvesse pagamentos referentes ao contrato do Departamento de Esgotos e pagasse multa por irregularidades na prestação de contas do exercício de 2001 na prefeitura de Porto Alegre.
3. Multado por descumprir normas de administração financeira e orçamentária.

Expedito Júnior - PSDB Rondônia

Expedito Júnior - PSDB Rondônia
1. Condenado porcaptação ilícita de sufrágio – ofereceu vantagem financeira a empregados da empresa Rocha Segurança e Vigilância
Ltda. Teve seu mandato de senador cassado e foi declarada a sua inelegibilidade para as eleições a se realizarem nos três anos subsequentes às de 2006.
2. Teve indeferido o registro de candidatura ao cargo de governador nas eleições de 2010.
3. Teve rejeitadas as prestações de contas das eleições de 2010 em que disputava o cargo de governador.

Vanderlan Cardoso - PSB Goiás

Vanderlan Cardoso (PSB-GO)
1. Condenado por improbidade administrativa por irregularidades em convênio com a Agremiação Esportiva Canedense para 2006 e 2007. A sentença foi dada em janeiro de 2014, e Cardoso recorre na segunda instância.
2. As contas desua campanha de 2010 ao governodo estado foram reprovadas. O político recorreu aoTSE, mas a reprovação foi mantida.

Nelsinho Trad - PMDB Mato Grosso do Sul

Nelsinho Trad - PMDB Mato Grosso do Sul
Condenado por improbidade administrativa. Quando prefeito de Campo Grande, realizou publicidade oficial vinculada à própria imagem e ao próprio nome, o que é proibido por lei. A sentença determinou a devolução integral dos gastos e pagamento de multa. Trad Filho recorreu contra a sentença, mas o pedido foi negado.

Delcídio do Amaral - PT Mato Grosso do Sul

Delcídio do Amaral - PT Mato Grosso do Sul
Foram encontradas diversas irregularidades em contratos da Petrobras de responsabilidade do parlamentar, quando era diretor da estatal. Os contratos, que previam a celebração de consórcios de usinas termoelétricas com empresas, não continham estudos de viabilidade  e/ou eram "expressivamente desfavoráveis" à Petrobras.

Reinaldo Azambuja - PSDB Mato Grosso do Sul

Reinaldo Azambuja - PSDB Mato Grosso do Sul
O TCE-MS detectou irregularidades em atos de gestão da prefeitura de Maracaju referentes ao período no qual o parlamentar foi prefeito da cidade.

Tarcísio Delgado - PSB Minas Gerais

Tarcísio Delgado - PSB Minas Gerais
1. As contas de sua campanha de 2008 à prefeitura de Juiz de Fora foram desaprovadas.
2. Multado em 10 mil reais por irregularidades na execução de convênios para obras em estradas federais no Acre, quando era o diretor-geral do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER).
3. Multado em 3.500 reais por irregularidades na obra de duplicação de rodovia federal na divisa entre MG e ES.

Confúcio Moura - PMDB Rondônia

Confúcio Moura - PMDB Rondônia
1. Condenado a três meses de prisão em regime aberto por descumprir, enquanto governador de Rondônia, determinação judicial de
pagamento de precatório.
2. Suas contas da campanha de 2010 ao governo foramreprovadas. Moura recorre.
3. Multado em 5 mil reais por ilegalidade na contratação de empresa para prestar serviço de controle das consignações em folha de pagamento dos servidores públicos de Rondônia. Ele pagou a multa.
4. Multado em R$ 2.500 por ilegalidade em dispensa de licitação na contratação de serviços técnicos para modernização da administração de Ariquemes. Ele pagou a multa.

Paulo Bauer - PSDB Santa Catarina

Paulo Bauer - PSDB Santa Catarina
1. Condenado por improbidade administrativa a ressarcimento de despesas efetuadas com verbas públicas em campanha publicitária
contratada pela Secretaria Estadual da Educação com vistas a promoção pessoal.
2. Foi multado por irregularidades na contratação de empresa no período em que foi secretário de estado da Educação. Recorre da decisão.
3. Multado por irregularidades praticadas no âmbito da Secretaria de Estado da Educação. Recorre da decisão.

Raimundo Colombo - DEM Santa Catarina

O governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo
1. Condenado por uso de verbas das Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) repassadas à Prefeitura de Lages para promover a festa Nacional do Pinhão. Recorre da decisão.
2. Condenado por conduta vedada a agente público por propaganda eleitoral irregular gravada em hospital público. Foi aplicada multa.
3. Foi multado pelo TCE pelo uso irregular dos recursos da reserva de contingência.

Rui Costa - PT Bahia

O candidato ao governo da Bahia Rui Costa (PT)
Foi condenado a ressarcir os cofres públicos, em dois processos diferentes, referentes ao período em que o parlamentar foi vereador de Salvador.

Toninho do Psol - Psol Distrito Federal

Toninho do Psol, candidato ao governo do Distrito Federal
1. Multado em 2 mil reais por irregularidades referentes a notas de empenhos emitidas para pagamento de serviço de vigilância e de
administração do Parque de Brasília.
2. Multado em 5 mil reais por nomear agentes de polícia após a data de expiração do concurso em que foram aprovados.

Ricardo Coutinho - PSB Paraíba

Ricardo Coutinho - PSB Paraíba
1. Foi multado em 4.150 reais por infração em norma contábil na prestação de contas de 2009 da prefeitura de João Pessoa. 
2. Multado em 5 mil reais por infração em norma contábil na prestação de contas de 2012 do governo do estado. As contas receberam parecer favorável à aprovação.

José Ivo Sartori - PMDB Rio Grande do Sul

José Ivo Sartori - PMDB Rio Grande do Sul
Multado por irregularidades na prestação de contas do exercício de 2005 de Caxias do Sul.

Zé Filho - PMDB Piauí

Zé Filho - PMDB Piauí
Condenado a ressarcir os cofres do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial no Estado do Piauí (Senai/PI), devido ao recebimento indevido por acúmulo de cargos.

Gilberto Natalini - PV São Paulo

Gilberto Natalini - PV São Paulo
1. O Tribunal de Contas julgou irregulares a licitação, o contrato e otermo de aditamento relativos à contratação de pessoal para o plano nacional de erradicação da dengue em Diadema, onde Natalini era o secretário de Saúde.
2. O Tribunal de Contas julgou irregulares a licitação, o contrato e o termo de aditamento relativos à contratação de serviços de fornecimento, envelopamento e distribuição de vales-transportes aos servidores da prefeitura de Diadema.

Airton da CGTB - PPL Sergipe

Airton da CGTB - PPL Sergipe
1. Preso em flagrante por dirigir alcoolizado, de forma anormal, e colidir com outro carro. Foi condenado a seis meses de prisão em regime aberto,
prestação de serviços à comunidade, suspensão da habilitação e pagamento de multa. Em 2011, foi declarada extinta sua pena.

Antônio Gomide - PT Goiás

Antônio Gomide (PT-GO)
1. As contas de 2010 de sua gestão em Anápolis foram julgadas irregulares. O TCM imputou a ele multa de 21 mil reais por pagamentos irregulares recebidos por ele e pelo então vice-prefeito da cidade. Gomide recorre da decisão.
2. As contas de 2011 de sua gestão em Anápolis foram julgadas irregulares.Gomide foi multado em 18 mil reais pelas irregularidades,e
o TCM imputou a ele débito de 21 mil reais por pagamento a mais de auxílio a ele próprio e ao vice.Há recurso em tramitação.

Araken Farias - PSL Rio Grande do Norte

Araken Farias - PSL Rio Grande do Norte
1. As contas apresentadas referentes às eleições de 2008, quando concorria ao cargo de vereador de Natal, foram desaprovadas.
2. Na época em que era presidente do PSL, o Comitê Financeiro Único do partido teve a prestação de contas das eleições de 2010 desaprovada. A Justiça Eleitoral determinou a suspensão de cotas do Fundo Partidário por nove meses.
3. Na época em que era presidente do PSL,o Diretório Regional do partido teve desaprovadas as contas referentes ao exercício de 2010. A Justiça Eleitoral determinou a suspensão de cotas do Fundo Partidário por seis meses.

Jorge Amanajás - PPS Amapá

O candidato ao governo do Amapá, Jorge Amanajás
1. A Justiça Eleitoral desaprovou a prestação de contas do PSDB relativa ao exercício financeiro de 2010, quando Jorge Amanajás era
presidente regional da legenda.
2. A prestação de contas da sua campanha para governador nas eleições de 2010 foi desaprovada.

Rogério da Luz - PRTB Bahia

Rogério da Luz - PRTB Bahia
1. As contas de sua campanha de 2006 a deputado federal foram reprovadas.
2. As contas de sua campanha de 2008 a vereador de Salvador foram reprovadas.

Genival Cruz - PSTU Amapá

Genival Cruz (PSTU), candidato ao governo do Amapá
As contas de sua campanha eleitoral de 2006 para deputado federal pelo PSTU foram desaprovadas.

Lídice da Mata - PSB Bahia

Senadora Lídice da Mata (PSB-BA) pede que seja considerado lido seu pronunciamento sobre a 3ª Conferência Global sobre Trabalho infantil
Foi desaprovada a prestação de contas do PSB-BA referente ao exercício financeiro de 2008,quando a parlamentar presidia o partido no estado.

Iris Rezende - PMDB Goiás

Iris Rezende - PMDB Goiás
Suas contas da campanha de1998 foram julgadas irregulares.

Wellington Dias - PT Piauí

O senador Wellington Dias (PT-PI)
O diretório regional do PT teve reprovado o balanço contábil referente ao exercício de1996, quando Wellington Dias o presidia.

Marta Jane - PCB Goiás

Marta Jane - PCB Goiás
1. As contas de sua campanha de 2012 para vereadora foram desaprovadas.
2. As contas de sua campanha de 2010 a governadora foram desaprovadas.

Perci Marrara - PCO Distrito Federal

Perci Marrara (PCO-DF)
A prestação de contas de sua campanha eleitoral para deputada federal em 2010 foi considerada não prestada.

Eduardo Ferreira - PSDC Minas Gerais

Eduardo Ferreira - PSDC Minas Gerais
As contas de sua campanha de 2012 a vereador de Contagem foram desaprovadas.

Lúdio Cabral - PT Mato Grosso

Lúdio Cabral - PT Mato Grosso
Teve reprovada a prestação de contas da sua campanha a vereador de Cuiabá nas eleições de 2012.m outros casos, mesmo que o político já tenha sido declarado culpado, a maioria ainda pode reverter a condenação em alguma instância.

Simone Dutra - PSTU Rio Grande do Norte

Simone Dutra - PSTU Rio Grande do Norte
1. O diretório municipal do PSTU de Natal, do qual é presidente, teve reprovadas as contas referentes ao exercício de 2013.
2. Teve reprovadas as contas relativas àsua candidatura ao cargo de governadora nas eleições de 2010.

Betinho - PTN Sergipe

Betinho - PTN Sergipe

1. As contas da sua campanha eleitoral de 2012 para prefeito de São Cristóvão pelo PRP foram desaprovadas.
2. As contas da Câmara Municipal de São Cristóvão referentes ao exercício financeiro de 2001, quando esteve na presidência da Casa, foram julgadas irregulares e desaprovadas.

Neto Sambaiba - PPL Piauí

Neto Sambaiba
Seu pedido de candidatura para o cargo de deputado estadual, nas eleições de 2006, foi indeferido por irregularidade na sua situação eleitoral. No pleito anterior, Neto Sambaiba havia sido candidato e não apresentou a prestação de contas da eleição.

Cleide Donária - PCO Minas Gerais

Cleide Donária - PCO Minas Gerais
As contas de sua campanha de 2010 a deputada estadual foram desaprovadas.

Decio Gomes - PCB Amapá

Decio Gomes - PCB Amapá
As contas de sua campanha eleitoral de 2006 para primeiro suplentede de senador pelo PCB não foram prestadas.

Tulio Bandeira - PTC Paraná

Tulio Bandeira - PTC Paraná
As contas de sua campanha de 2002 a deputado estadual foram desaprovadas.

Lourdes de Melo - PCO Piauí

Lourdes de Melo - PCO Piauí
Suas contas da campanha de 2008 à prefeitura de Teresina foram desaprovadas.

Dayse Oliveira - PSTU Rio de Janeiro

Dayse Oliveira - PSTU Rio de Janeiro
As contas de sua campanha de 2006 ao Senado foram desaprovadas.

João Carlos Rodrigues - PMN Rio Grande do Sul

João Carlos Rodrigues - PMN Rio Grande do Sul
Não apresentou suas contas da campanha a vice-governador em 2010 no prazo correto.


Em EXAME

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

VERGONHA: BOLSA FAMÍLIA USADO COMO MOEDA DE TROCA DE VOTOS POR PREFEITOS...

ESTAMOS DE OLHO...

Chegou a este Blog algumas informações de que prefeitos de pequenas cidades estão enviando seus emissários para fazerem o recadastramento do Bolsa Família, e a o mesmo tempo pedindo as pessoas para votarem em seus candidatos, com ameaças de cortar o benefício, caso os beneficiados se neguem a votarem neles.

O Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda que beneficia famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza em todo o país. O Bolsa Família integra o Plano Brasil Sem Miséria, que tem como foco de atuação os milhões de brasileiros com renda familiar per capita inferior a R$ 77 mensais e está baseado na garantia de renda, inclusão produtiva e no acesso aos serviços públicos.

O Bolsa Família possui três eixos principais: a transferência de renda promove o alívio imediato da pobreza; as condicionalidades reforçam o acesso a direitos sociais básicos nas áreas de educação, saúde e assistência social; e as ações e programas complementares objetivam o desenvolvimento das famílias, de modo que os beneficiários consigam superar a situação de vulnerabilidade.

Todos os meses, o governo federal deposita uma quantia para as famílias que fazem parte do programa. O saque é feito com cartão magnético, emitido preferencialmente em nome da mulher. O valor repassado depende do tamanho da família, da idade dos seus membros e da sua renda. Há benefícios específicos para famílias com crianças, jovens até 17 anos, gestantes e mães que amamentam.

A gestão do programa instituído pela Lei 10.836/2004 e regulamentado pelo Decreto nº 5.209/2004, é descentralizada e compartilhada entre a União, estados, Distrito Federal e municípios. Os entes federados trabalham em conjunto para aperfeiçoar, ampliar e fiscalizar a execução.

A seleção das famílias para o Bolsa Família é feita com base nas informações registradas pelo município no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal 
,instrumento de coleta e gestão de dados que tem como objetivo identificar todas as famílias de baixa renda existentes no Brasil.

Com base nesses dados, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) seleciona, de forma automatizada, as famílias que serão incluídas para receber o benefício. No entanto, o cadastramento não implica a entrada imediata das famílias no programa e o recebimento do benefício.
Não pode, nem deve ser usado para fins eleitoreiro, caso isto esteja ocorrendo procure o Ministério Publico de sua cidade e o denuncie. Pois tanto o Prefeito como a pessoa que está trabalhando para ele estão praticando crime.
Estamos verificando as informações para temos certeza, se assim proceder, em breve postaremos mais notícias.
Contato: 
Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc)
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS)
SEPN 515 – Bloco B – Edifício Ômega – 5º andar
70770-502 – Brasília/DF
0800-707-2003
bolsa.familia@.gov.br

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Projeto de Blairo permite redução do horário para refeição do trabalhador...

O limite mínimo de uma hora para repouso ou refeição poderá ser reduzido se houver um pedido do empregador ou em caso de acordo ou convenção coletiva de trabalho. A mudança na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é proposta pelo senador Blairo Maggi (PR-MT) em projeto de lei (PLS 8/2014) que também determina que essa redução deve ser feita por ato do Ministério do Trabalho e Emprego, que deverá checar se o estabelecimento conta com refeitórios. A medida só valeria para empregados que não cumprem regime de trabalho prorrogado com horas-extras.
A CLT (Decreto-lei 5.452/1943) já permite a redução do período mínimo de alimentação ou descanso, mas apenas por ato do Ministério do Trabalho. O senador Blairo Maggi esclareceu que o texto atual da lei trabalhista impede a liberdade de acordos firmados entre empregadores e empregados. “Em decorrência, o Poder Judiciário tem negado a validade de redução de intervalo fundada em contrato ou convenção coletiva, mesmo quando amparada por ato do ministério”, acrescentou o senador de Mato Grosso.
A Consolidação das Leis do Trabalho determina que sempre que a jornada diária de trabalho for superior a seis horas, o empregado tem direito a um descanso de no mínimo uma hora e de no máximo duas horas. Em jornadas de seis horas, é obrigatório um intervalo de 15 minutos. Essas interrupções não são computadas na duração do trabalho. O PLS 8/2014 vai ser avaliado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
Agência Senado

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

''Salário mínimo muito alto", (Armínio Fraga, futuro Ministro da Fazenda)

Estadão Blogs Dener Giovanini: Só para lembrar: Marina Silva já tinha data marcada para abandonar Eduardo Campos...

O estilo desagregador, prepotente e arrogante de Marina Silva, que deixou um rastro de intrigas, desconfianças e desarmonia em suas passagens pelo PT e pelo Partido Verde, já tinha data para voltar a mostrar suas garras: em nota oficial publicada no dia 26 de junho, a Rede Sustentabilidade (o grupo que segue Marina) deixou clara as suas intenções:
4. A filiação transitória democrática permite que, tão logo a Rede obtenha seu registro na Justiça Eleitoral, o que deve ocorrer nos próximos meses, seus militantes formalmente vinculados ao PSB poderão se transferir para a legenda de origem sem o risco de qualquer tipo de sanção partidária.
5. Portanto, os militantes da Rede têm data para deixar o PSB, conforme o compromisso firmado entre os partidos no final do ano passado.
Para ler a Nota da Rede na integra, CLIQUE AQUI.
É óbvio que ninguém, até então, poderia imaginar a reviravolta que aconteceria no quadro sucessório presidencial com a tragédia que se abateu sobre a candidatura de Eduardo Campos. A morte do então candidato do PSB derrubou o tabuleiro do xadrez político no chão. O jogo vai recomeçar do zero a partir de agora.
Marina Silva e sua “Rede” talvez tenha sido a pior jogada de Campos em toda a sua carreira política. Ele acreditou que Marina daria um grande impulso à sua candidatura, o que de fato não ocorreu. Talvez Eduardo, assim como tantas outras pessoas do mundo político, enxergasse nos quase 20 milhões de votos que Marina Silva obteve nas últimas eleições presidenciais um sólido patrimônio político. Foi um grande erro.
O patrimônio político de Marina Silva era tão sólido como fumaça. Seus 20 milhões de votos não lhe credenciaram sequer para construir seu próprio partido. Ela não conseguiu o número de assinaturas necessárias para obter o registro da Rede junto ao Tribunal Superior Eleitoral e, tão pouco, conseguiu impulsionar o nome de Eduardo Campos para chegar pelo menos aos dois dígitos de intenção de voto para a eleição de outubro.
Não bastasse tamanha desilusão, Marina Silva e sua Rede tiraram de Eduardo Campos apoios importantes, especialmente em colégios eleitorais fundamentais, como Rio de janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Goiás. A intransigência e a incapacidade de articulação de Marina Silva subtraíram de Eduardo palanques e alianças que poderiam ajuda-lo a tentar chegar ao segundo turno. Obviamente ninguém do PSB admitirá publicamente esse equivoco que foi a escolha da Marina como vice. Mesmo no Partido Verde, onde ela deixou um rastro de intrigas e desarmonia, quase levando o partido a desintegração absoluta, ninguém fala publicamente sobre isso.
Marina Silva quer um partido pra chamar de seu. Para mandar e impor seu messianismo “sonhático”. E o bote está se armando sobre o PSB.
Caso o partido de Eduardo Campos decida pela substituição do nome dele pelo de Marina estará apenas repetindo os erros do PT e do PV. Entregar o comando do partido a uma candidata desagregadora e com um histórico tsunâmico será o caminho mais curto para enterrar a história do PSB. Os sonháticos de Marina farão cair sobre os dirigentes do Partido Socialista Brasileiro a escuridão dos pesadelos de uma noite sem fim.

sábado, 9 de agosto de 2014

EM 16 ANOS, POLUIÇÃO DO AR MATARÁ 256 MIL EM SÃO PAULO...

Camada de poluição sobre São Paulo - Clayton de Souza/Estadão
A poluição atmosférica vai matar até 256 mil pessoas nos próximos
16 anos no Estado. Nesse período, a concentração de material particulado no ar
ainda provocará a internação de 1 milhão de pessoas, e um gasto público estimado
em mais de R$ 1,5 bilhão, de acordo com projeção inédita do Instituto Saúde e
Sustentabilidade, realizada por pesquisadores da USP. A estimativa prevê que ao
menos 25% das mortes, ou 59 mil, ocorram na capital paulista.

Os resultados indicam que, no atual cenário, a poluição pode matar até seis vezes
mais do que a aids ou três vezes mais do que acidentes de trânsito e câncer de
mama. A população de risco, ou seja, as pessoas que já sofrem com doenças
circulatórias, respiratórias e do coração, serão as mais afetadas, assim como
crianças com menos de 5 anos que têm infecção nas vias aéreas ou pneumonia.
Entre as causas mais prováveis de mortes provocadas pela poluição, o câncer
poderá ser o responsável por quase 30 mil casos até 2030 em todos os municípios
de São Paulo. Asma, bronquite e outras doenças respiratórias extremamente
agravadas pela poluição podem representar outros 93 mil óbitos, já contando a
estimativa de crianças atingidas no período.

Doutora em Patologia pela Faculdade de Medicina da USP e uma das autoras da
pesquisa, Evangelina Vormittag afirma que a magnitude dos resultados obtidos
pela projeção, que tem como base dados de 2011, comprova a necessidade de o
poder público implementar medidas mais rigorosas para o controle da poluição do
ar.

Nessa lista estão formas alternativas de energia, incentivo ao transporte não
poluente, como bicicleta e ônibus elétrico, redução do número de carros em
circulação e obrigatoriedade de veículos a diesel utilizarem filtros em seus
escapamentos. O programa de instalação de faixas exclusivas de ônibus e de
ciclovias na capital, desenvolvido pelo prefeito Fernando Haddad (PT), é indicado
como bom exemplo, ainda que os resultados para a saúde pública não estejam
mensurados.

Padrões. A chave para reduzir os efeitos provocados pelo material particulado -
nome dado ao conjunto de poluentes soltos no ar, como poeira e fumaça - ainda
passa, na análise da professora Evangelina Vormittag, por uma revisão nos
padrões adotados pelo governo brasileiro para medir a poluição do ar. “O nosso
padrão é baixo em relação ao adotado pelos demais países. É por isso que,
constantemente, os índices de qualidade do ar divulgados pelos órgãos ambientais
são considerados bons”, diz.

Para efeito de comparação, o padrão diário aceito pelo Brasil é de 150
microgramas por metro cúbico. Enquanto isso, a Organização Mundial da Saúde
(OMS) estabelece índice máximo de 50 microgramas por metro cúbico. “É o triplo,
uma diferença muito grande, que precisa ser reduzida”, afirma Evangelina. Para a
pesquisadora, apesar de ousada, a meta de seguir a recomendação da OMS deve
ser almejada. “Temos de estabelecer uma forma de chegar a esse patamar. Para
isso, é necessário estabelecer prazos, divididos em etapas.” A mudança está em
discussão no Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

Se adotada, não apenas a capital poderia ser beneficiada, mas diversas outras
cidades em situação crítica no Estado. Ao contrário do que se imagina, São Paulo
não lidera o ranking paulista de poluição atmosférica, segundo levantamento do
instituto. O topo da lista é ocupado por Cubatão, seguida por Osasco, Araçatuba,
Guarulhos e Paulínia. A capital aparece na 11.ª posição.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

TRADICIONAL TORNEIO ''JOSÉ PEREIRA", NO SÍTIO LAGOA DO BRAZ...

No dia 3 de julho de 2014, no Sítio Lagoa do Braz de Dona Inês-PB, foi realizado o já tradicional ''Tornoeio José Pereira".
Com participação de nove equipes.

COM PATROCÍNIO DE:
DÉ ANÍZIO
CLODOALDO MAXIMINO
SÉRGIO ALMEIDA
CÍCERO DO SINDICATO.

Equipes premiadas:
Em 1º-Cruzeiro de Assis Vindoura (Maluco)
Em 2º-São Caetano de Pretinho
Em 3º-Caiçara de Ginaldo.

Abaixo algumas fotos do evento, com colaboração de Basto Pedra: