FELIZ 2016

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Deputado relata propina por apoio a candidato de Campos...

O deputado federal José Augusto Maia (Pros-PE) disse que recebeu e recusou oferta de "vantagem financeira" para que seu partido integrasse a coligação do candidato a governador Paulo Câmara (PSB), o escolhido pelo presidenciável Eduardo Campos para sucedê-lo em Pernambuco.

Segundo o deputado, a oferta de propina foi feita pelo presidente nacional do Pros, Eurípedes Jr., e pelo líder da bancada do PP na Câmara, Eduardo da Fonte (PE).

Todos os citados que foram ouvidos pela Folha negaram a oferta. Em Brasília, o PP e o Pros atuam em bloco que reúne 59 deputados federais.

Augusto Maia, que defendia o apoio à candidatura de Armando Monteiro (PTB) em Pernambuco e acabou destituído do comando do Pros no Estado, não quis dizer quanto teria sido oferecido, argumentando que não tem provas, mas disse que pretende informar os valores à Justiça.

A outros deputados federais –dois deles foram ouvidos sob condição de anonimato pela Folha e contaram a mesma história– Maia afirmou que a oferta foi de R$ 6 milhões, sendo que R$ 2,5 milhões seriam reservados a ele.

"Já disse que foi uma proposta indecorosa, vergonhosa, impublicável e não republicana", disse à Folha. "Estou dizendo que foi uma proposta, com outras palavras, de vantagem financeira. Não estou dizendo as cifras, mas para bom entendedor o silêncio é o bastante, né? No juízo eu quero, aí eu vou dizer."

O deputado afirmou ter ficado indignado com a oferta, mas, segundo o próprio relato, só decidiu torná-la pública 15 dias após o primeiro contato, quando ficou claro que o Pros não lhe daria condições de concorrer à reeleição.

O Pros e o PP decidiram apoiar Câmara, que foi secretário da Fazenda de Campos no Estado. O presidenciável governou Pernambuco de 2007 até o começo deste ano.

Em discurso na Câmara na quinta (17), Maia disse que foi destituído do Pros por não ter aceito uma proposta "indecorosa e vergonhosa", conforme o jornalista Elio Gaspari relatou em sua coluna na Folha e no "Globo" no domingo (20).

À reportagem Augusto Maia contou em detalhes os dois encontros em que ele diz que as ofertas foram feitas.

'IRRECUSÁVEL'
O primeiro, diz o deputado, foi no saguão do hotel Atlante Plaza, na praia de Boa Viagem, no Recife (PE), na manhã de 12 de junho, dia do jogo de abertura da Copa.

Além dele, estavam presentes Eurípedes e os deputados federais Givaldo Carimbão (AL), líder do Pros na Câmara, Salvador Zimbaldi (Pros-SP), Ronaldo Fonseca (Pros-DF), Márcio Junqueira (Pros-RR) e Major Fábio (Pros-PB).

Segundo Maia, Eurípides e Carimbão mencionaram uma "proposta irrecusável" que o Pros teria recebido para apoiar o PSB em Pernambuco. Fonseca e Fábio permaneceram calados e Junqueira ficou falando no celular.

Segundo dois colegas de Maia, os participantes da conversa não falaram em números por ter medo de grampo e anotaram os valores da propina numa folha de papel.

Após o encontro, Maia foi destituído da presidência do Pros estadual. O apoio ao PSB foi anunciado no mesmo dia.

Maia diz ter rechaçado a proposta, mas continuou em negociação com o Pros e o PP, pois pretendia se lançar à reeleição em uma coligação exclusiva entre os dois partidos.

Segundo ele, essa hipótese foi descartada em uma segunda reunião, desta vez na sede do PP de Pernambuco, no dia 16 de junho, com o líder do PP, Eduardo da Fonte.

No encontro, diz, o deputado do PP sugeriu que falasse com o prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), também aliado de Campos. Segundo Maia, Fonte fez proposta de propina durante a reunião.

O apoio do PP e do Pros deve garantir à candidatura de Paulo Câmara mais de 1 minuto e meio no horário eleitoral na TV. Nacionalmente, as duas siglas apoiam a reeleição da presidente Dilma Rousseff.
Colaborou MARIANA HAUBERT


terça-feira, 15 de julho de 2014

Com sete em fim de mandato, PMDB teme perder hegemonia no Senado...

O mapa da disputa por 27 cadeiras do Senado indica o enfraquecimento do PMDB, dono hoje da maior bancada da Casa, e o crescimento de partidos como o PT e o PSB.

O partido do atual presidente da Casa, Renan Calheiros, tem hoje 20 dos 81 senadores. Sete, porém, encerram seus mandatos em janeiro próximo e somente Kátia Abreu (TO) tentará a reeleição. Para compensar essa sangria, o partido terá que apostar em novos nomes, como Dário Berger (SC) e Geddel Vieira Lima (BA).

O temor do PMDB é perder o posto de maior bancada para o PT, hoje com 13 senadores, mas com apenas três em fim de mandato: Eduardo Suplicy (SP) e os suplentes Ana Rita (ES) e Anibal Diniz (AC).

"Se o partido não fizer um esforço para impulsionar candidaturas competitivas, [a perda da maioria no Senado] é um risco real", afirma Geddel, que disputa a eleição na Bahia e apoiará Aécio Neves (PSDB) para presidente.

O PT tem 13 senadores, mas apenas três estão em fim de mandato. O partido está otimista: tem 12 candidaturas certas ao Senado e mais duas (PB e AM) que estão sub judice por ações movidas pelo diretório nacional, que quer apoio a aliados.

"Difícil ter maioria, mas vamos reduzir significativamente a diferença para o PMDB", diz Humberto Costa (PT-PE), líder do partido no Senado.


No campo das oposições, o PSDB deve ter uma renovação substancial na bancada. Dos 11 senadores, cinco encerram o mandato, e só Alvaro Dias (PR) e Mário Couto (PA) disputam a reeleição.

O partido, entretanto, aposta nos retornos ao Senado de José Serra (SP) e de Tasso Jereissati (CE), além de nomes novos como os dos ex-governadores Antonio Anastasia (MG) e Anchieta Júnior (RR).

"Certamente teremos uma bancada experiente e com muita influência, o que será fundamental no governo com a vitória de Aécio", avalia o senador Alvaro Dias, vice-presidente do PSDB.

O PSB, partido do presidenciável Eduardo Campos, tem atualmente quatro senadores, mas todos encerrarão seus mandatos em 2019.

Além disso, o partido possui candidatos competitivos em sete Estados, o que representa a oportunidade de ao menos dobrar a sua atual bancada na legislatura que será eleita agora e se inicia em fevereiro do ano que vem.

"Com uma bancada forte no Senado muda tudo. Passaremos a ter mais força e teremos que ter ouvidos", afirma Roberto Amaral, vice-presidente do partido.

O PTB tende a ter uma das principais baixas: com seis senadores, cinco concluem o mandato em janeiro. Fernando Collor (AL), Gim Argello (DF) e Mozarildo Cavalcanti (RR) disputam a reeleição, e o partido terá candidatos novos na Paraíba e no Piauí.

"A intenção é manter a bancada do mesmo tamanho", diz Benito Gama, presidente nacional do PTB. Contudo, dos cinco candidatos, apenas Collor (PTB) lidera as pesquisas já registradas.

Nestas eleições, o Senado terá uma forte renovação. Dos 27 senadores em final de mandato, só 10 disputam a reeleição -menor índice desde as eleições de 1998.

Para Antônio Augusto de Queiroz, diretor do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), é uma oportunidade para "oxigenar o Senado e reduzir a força das oligarquias".

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Ex-vereadora de Dona Inês ''Uliana Lucio" tem registro de candidatura á deputada estadual cadastrada no TRE-PB.

Para quem tinha duvida
foto do candidato


A ex-vereadora de Dona Inês-PB Uliana Lúcio-PSB, tem registro de canditadura á Deputada Estadual Cadastrada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral-PB).

FICHA COMPLETA:
Registro de Candidatura Deputado Estadual
Nome Para Urna:ULIANA-Núm.:40555
Nome completo:ULIANA LÚCIO RIBEIRO TOSCANO-Sexo:FEMININO
Data de Nascimento:14/10/1971-Estado Civil:Casado(a)
Raça:Parda
Nacionalidade:Brasileira nata-Naturalidade:JOÃO PESSOA
Grau de Instrução:Superior completo-Ocupação:Advogado
Site do Candidato:NÃO INFORMADO
Partido:Partido Socialista Brasileiro
Coligação:A FORÇA DO TRABALHO 2
Composição da Coligação:PSB / DEM / PRTB / PDT / PRP
No. Processo:463-28.2014.6.15.0000-No. Protocolo:202362014
CNPJ:20574742000138-Limite de Gastos:R$ 2.000.000,00
Valor dos bens declarados:R$ 624.000,00

Fonte:TSE Veja o Registro de Candidatura AQUI

terça-feira, 8 de julho de 2014

ELEIÇÕES-2014:Patrimônio dos candidatos ao governo da Paraíba:

Candidato
Valor declarado
1º- Ricardo Coutinho-PSB
R$ 1.325.603,81
2º- Vital do Rego Filho-PMDB
R$ 976.555,45
3º- Cássio Cunha Lima-PSDB
R$ 874.430,46
4º- Major Fábio-PROS
R$ 339.000,00
5º- Tarcio H. Teixeira-PSOL
R$ 252.000,00
6º-Antonio Radical-PSTU
R$

Cinco candidatos ao governo da Paraíba apresentaram à Justiça Eleitoral as respectivas declarações de bens, somando R$ 3.767.589,72. O maior patrimônio declarado foi o do atual governador e candidato à reeleição, Ricardo Vieira Coutinho (PSB), que listou posses no valor de R$ 1.325.603,81. Apenas o candidato Antônio Radical (PSTU), ainda não declarou seus bens.
Tarcio Holanda Teixeira, candidato a governador pelo PSOL, declarou R$ 252 mil em bens. Major Fábio, candidato pelo PROS, declarou posses no valor de R$ 339 mil.Segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) da Paraíba, ele vai ser notificado para realizar o procedimento em até 72 horas. As eleições no estado terão 503 candidatos, sendo seis ao governo, sete a senador, 99 a deputado federal, 371 a deputado estadual.
O senador Cássio Cunha Lima (PSDB), que também registrou candidatura ao governo da Paraíba, declarou patrimônio de R$ 874.430,46. O também senador Vital do Rêgo Filho (PMDB), declarou R$ 976.555,45 em bens.

ELEIÇÕES 2014: PATRIMÔNIO DOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA:

         Canditado
Valor declarado
1º Eymael-PSDC
R$ 17.009.306,11
2º Aécio Neves-PSDB
R$ 2.503.521,81
3º Dilma Rousseff-PT
R$ 1.750.695,64
4º Levy Fidelix-PRTB
R$ 649.638,19
5º Eduardo Campos-PSB
R$ 546.799,50
6º Eduardu Jorge-PV
R$ 412.453,12
7º Mauro Iasi-PCB
R$ 204.348,57
8º Luciana Genro-PSOL
R$ 185.189,95
9º Pastor Everaldo-PSC
R$ 121.391,41
10º Zé Maria-PSTU
R$ 20.000,00
11º Rui Pimenta-PCO
R$ 0,00
Fonte: TSE-Tribunal Superior Eleitoral

O político e empresário José Maria Eymael (PSDC) tem o maior patrimônio entre os candidatos à Presidência da República - R$ 17 milhões, segundo declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no registro de candidatura. Entre os 11 postulantes ao Planalto, Rui Costa Pimenta é o que tem menor patrimônio: declarou à Justiça não possuir nenhum bem neste ano.
Os dados fazem parte dos documentos entregues pelos candidatos para concorrer à Presidência – o prazo terminou no sábado (5) – veja abaixo a lista completa dos candidatos à Presidência e o valor dos respectivos patrimônios.
No patrimônio de Eymael estão imóveis no estado de São Paulo, quatro carros, ações, aplicações e uma balsa salva-vidas, além de um barco.
Aécio Neves tem o segundo maior patrimônio entre os presidenciáveis. Ele declarou ter dois apartamentos e lotes em Minas Gerais, um Land Rover, joias de família, aplicações e ações. Em nota, o senador informou que o patrimônio cresceu em relação à eleição de 2010 porque recebeu herança do pai, falecido em outubro de 2010.
Dilma Rousseff declarou bens que totalizam R$ 1,75 milhão. Há imóveis, lote, um carro e jóias. Ela declarou ter R$ 172 mil em espécie. Em seguida aparece Levi Fidelix, com patrimônio de R$ 649 mil. Ele afirma ter um carro e valores em contas em vários bancos.
Eduardo Campos, que declarou R$ 546 mil, informou ter dois imóveis, lotes, dois carros e cotas de uma agropecuária, além de dinheiro no banco. O candidato do PV à Presidência, Eduardo Jorge, declarou que os bens somam R$ 412 mil – entre eles, estão uma casa, um terreno, dois carros e dinheiro no banco.

sábado, 5 de julho de 2014

DONA INÊS EM DESTAQUE NEGATIVO NA TV COM A GESTÃO SOCIALISTA DUPLA


A cidade de Dona Inês-PB e região do Brejo foram destaque na (TV Cabo Branco afiliada da Rede Globo na PB) no programa Bom Dia PB exibido pela manhã, trata-se das péssimas condições da rodovia PB 103 que tem um trecho totalmente esburacados e outro prometido pelos governos socialista, o que tem de verdade é buracos que não acaba mais.

 Com Conexão Notícias


Veja o video com a reportagem completa neste link


Agora já se sabe os motivos de terem começado a colocarem algumas pás de terra.

1º- ano de eleições.
2º-a reportagem já havia passado gravando a matéria.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Análise Politico: Antes !!!

 Disputa política

Outro absurdo igualmente reprovável é o aprofundamento da briga entre o Governo do Estado e a Prefeitura de João Pessoa.
No fim de semana, o governador Ricardo Coutinho fez uma visita a um conjunto habitacional recentemente inaugurado pelo prefeito Luciano Cartaxo para ouvir queixas dos moradores sobre sérios problemas nas casas entregues. A Prefeitura, por seu lado, teria avançado na tentativa de cercar um terreno no trevo de Mangabeira e as estacas de concretos acabaram derrubadas.
Por trás de cada ação, cada lado saca argumentos administrativos. Há engodo nisso. A disputa assume cada vez mais conotação política.
A ida do governador ao conjunto Nova Palmeira, por exemplo, parece um troco contra a visita feita pelo prefeito Luciano Cartaxo às obras do Centro de Convenções na companhia da ministra Ideli Salvatti (PT) no último dia 13. Os dois lados estão errados.
No caso da Prefeitura, tecnicamente, há legalidade no embargo de obras sem licença e sem alvará, mas essa história do terreno no trevo de Mangabeira é mal explicada. É um erro que o Governo estadual queira realizar obras fora do padrão de regularidade, mas estranha-se, porém, que as duas ações da Prefeitura atinjam exatamente as obras importantes do Estado – a avenida Perimetral Sul e o Trevo de Mangabeira (o terreno em disputa serviria para entrada de um túnel).

Veja-se que o Governo depende dessas e outras obras para melhorar o desempenho nas eleições do próximo ano em João Pessoa. Criar o problema pode ser bom para o Governo pela divulgação e disseminação da ideia de que a gestão petista se posta contra e tenta atrapalhar.
Por outro lado, se o governo for efetivamente atrapalhado na realização de grandes obras em João Pessoa pode chegar em 2014 bem mais fragilizado eleitoralmente na Capital.
É estupidamente absurdo, pois, que os gestores que comandam o Governo e a maior Prefeitura do Estado usem essas duas instituições públicas para travarem disputa política. Isso também é uma forma de violência contra a sociedade.

Câmara aprova projeto de lei que concede pensão mensal a Laís Souza

Uma pensão especial, mensal e vitalícia à ex-ginasta Laís Souza foi aprovada pela Câmara dos Deputados nesta quarta-feira. A atleta se acidentou gravemente em janeiro deste ano, quando se preparava para competir nos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi (RUS). O Projeto de Lei 7657/14 teve autoria dos deputados Mara Gabrilli (PSDB-SP) e Rubens Bueno (PPS-PR).

O valor será o máximo pago atualmente pelo Regime Geral de Previdência Social, que é de R$ 4.390,24. Antes de se tornar lei, o texto terá de passar pelo Senado e, em seguida, ser submetido à sanção da presidente Dilma Rousseff.

Na visão dos autores da proposta, Laís Souza é oriunda de uma família humilde de Ribeirão Preto (SP) que não teria condições de arcar com as despesas decorrentes de suas novas necessidades. Atualmente, ela segue o processo de recuperação em casa.

É justo que o País honre os esforços dessa atleta, que representaria o Brasil. São inúmeros os obstáculos que a pessoa enfrenta a cada dia afirmou a relatora da matéria pela Comissão de Seguridade Social e Família, deputada Rosinha da Adefal (PTdoB-AL), que é cadeirante.

Laís se acidentou gravemente no dia 27 de janeiro deste ano, em Salt Lake City (EUA), quando se preparava para disputar os Jogos de Inverno Como consequência, sofreu um trauma na terceira vértebra da coluna cervical e perdeu os movimentos.

Embora não houvesse testemunhas no local, a suspeita é de que ela tenha se chocado com uma árvore. Na Olimpíada, a ex-ginasta competiria no esqui estilo livre.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Municípios com pendências no Siops vão continuar com o FPM bloqueado, alerta a CNM

Os Municípios com pendências no Sistema de Informações sobre Orçamento Público em Saúde (Siops) que tiveram o bloqueio dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de junho, poderão ter retido o primeiro repasse do Fundo de julho também. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) faz o alerta, e orienta aos gestores a buscarem regularização para que seja desbloqueado o repasse constitucional.
De acordo com a CNM, desde 10 de junho, os Municípios que não informaram o mínimo constitucional de investimento em Saúde no Siops, e aqueles que não atingiram a aplicação de 15% de suas receitas com o setor, tiveram bloqueados as suas transferências voluntárias e constitucionais da União. O prazo para lançar os dados, referentes ao exercício de 2013, encerrou no dia 30 de maio. 
Conforme a Confederação, até o dia 5 de junho, 245 Municípios ainda não haviam cadastrado as informações no Sistema. Esses Municípios, que não fizeram a transmissão da informação a base de dados do Ministério da Saúde, estão com o terceiro repasse do FPM de junho bloqueado, o último decêndio do mês foi repassado aos demais Municípios no dia 30. 
Procedimento
Diante da situação, a CNM orienta aos gestores municipais que estejam alerta quanto aos prazos e procedimentos para a regularização dos bloqueios, uma vez que envolve a homologação dos dados do Município pelo Ministério da Saúde e a liberação dos recursos pela instituição bancária. A entidade esclarece ainda que após a transmissão do Ente Municipal, os dados necessitam ser homologados pelo Ministério da Saúde em um prazo de até 5 dias úteis. Após a homologação, o desbloqueio por parte da instituição bancária será em até 72 horas. 
Caso o Município não tenha regularizado a sua pendência ocorrerá também o bloqueio do 1.º decêndio do FPM a ser liberado no próximo dia 10 de julho, sinaliza a Confederação.